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Trump diz que “Cuba é a próxima” em discurso e reforça pressão sobre ilha que já sofre embargo energético

Presidente dos Estados Unidos afirmou em fórum em Miami que a nação insular estaria na mira após ações militares na Venezuela e no Irã, sem especificar quais medidas pretende adotar.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta sexta-feira, 28 de março, que “Cuba é a próxima”, durante um discurso em um fórum de investimentos realizado em Miami. A fala ocorreu quando o mandatário norte-americano elogiava os sucessos das ações militares dos Estados Unidos na Venezuela e no Irã, sugerindo que a ilha caribenha seria o próximo alvo da política externa do país.

Embora Trump não tenha detalhado exatamente quais medidas planeja adotar em relação à nação insular, ele tem afirmado com frequência que acredita que o governo de Havana, atualmente mergulhado em uma grave crise econômica, estaria à beira do colapso. Nos últimos meses, o governo norte-americano iniciou negociações com lideranças cubanas, enquanto o próprio Trump deu a entender que uma ação cinética poderia ser considerada.

Durante o discurso, Trump mencionou a força militar construída em sua gestão e afirmou que, embora tenha dito que nunca seria necessário utilizá-la, às vezes o uso se faz necessário. Em seguida, declarou que Cuba seria a próxima na lista de intervenções.

Cuba enfrenta atualmente um forte embargo imposto pelos Estados Unidos. Trump também impede que a Venezuela forneça petróleo à ilha, o que tem provocado uma grave crise energética no país. Nos últimos meses, a nação caribenha sofreu uma série de apagões de energia elétrica que deixaram mais de dez milhões de pessoas sem luz, afetando hospitais, escolas e demais serviços essenciais.

A declaração do presidente norte-americano ocorre em um momento de tensão crescente na região, após intervenções militares dos Estados Unidos em outros países da América Latina. Analistas apontam que a retórica de Trump pode indicar uma escalada nas sanções já existentes ou mesmo uma ação mais contundente contra o governo cubano, embora não haja confirmação oficial sobre os próximos passos da administração norte-americana.

A fala repercutiu imediatamente nos círculos diplomáticos e políticos, com governos da região demonstrando preocupação com a possibilidade de uma nova intervenção estrangeira em solo latino-americano.

Aurélio Fidêncio
Aurélio Fidênciohttps://clicksorocaba.com.br
Atuando na comunicação digital desde 22 de outubro de 1999.
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