Nesta terça-feira (1º), o Irã lançou uma série de mísseis contra Israel, em aparente retaliação aos ataques israelenses no Líbano. O ataque iraniano envolveu mísseis balísticos que, segundo estimativas iniciais, teriam atingido regiões no sul e no centro de Israel. O governo israelense já alertou sobre possíveis “consequências” à ação de Teerã.
O Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) reivindicou a autoria do ataque, afirmando que o mesmo foi realizado em resposta à morte de líderes do Hezbollah, incluindo Seyed Hassan Nasrallah. Autoridades israelenses relataram que aproximadamente 180 projéteis foram disparados, alguns dos quais causaram impacto em áreas civis, ferindo pessoas em Tel Aviv e resultando em uma morte na Cisjordânia.
As sirenes soaram em várias partes de Israel, e sistemas de defesa aérea entraram em ação, interceptando alguns dos mísseis. Mesmo assim, a tensão escalou, com ameaças iranianas de novas represálias caso Israel reaja militarmente.
Líderes internacionais, como o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, e o secretário-geral da ONU, António Guterres, condenaram o ataque e pediram uma desescalada urgente na região.
Com o aumento das hostilidades, o governo brasileiro já começou a organizar operações de repatriação de brasileiros que vivem no Líbano, enquanto outros países seguem acompanhando a situação de perto.


